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O futuro da inovação

O futuro da inovação

 

A inovação já nos acompanha desde cedo, e ao associarmos nossas práticas com as inovações vemos uma completa harmonia com a evolução humana 

Embora o ato de inovar seja diverso, ele não é complexo. É uma ação decorrente da nossa vontade de desenvolver e adaptar novas direções a coisas já existentes.

As inovações podem antevir de uma atividade extraordinária que irá resultar na criação de algo tão inovador que deixará todos boquiabertos.

Por outro lado, as inovações podem surgir de um incremento à algo já existente em nossas vidas, aperfeiçoando e adicionando novas possibilidades a uma prática ou ferramenta.

O importante é saber como adicionar a inovação, como ela pode vir a solucionar as dores do consumidor e com isso chamar a atenção do mercado.

Por mais indiferentes que sejamos ao tema, invariavelmente nos encontramos imersos em um mar de inovações disponibilizadas a nós todos os dias pelo mundo todo.

Com isso, diferentes nações estão em busca do avanço tecnológico, se tornando potências nesse ecossistema. E com tantas ações inovadoras e caminhos novos que a tecnologia tem proporcionado, o que mais esperar do futuro da inovação?

Vamos dividir esse futuro em dois pilares, o primeiro será o desenvolvimento humano e quais fronteiras podemos romper com esse avanço tecnológico.

O segundo gira em torno de quais tecnologias poderão agregar positivamente nossa evolução e quais poderão se tornar maléficas para o desenrolar da vida.

Como exemplo podemos começar por um dos assuntos que mais nos interessam, a longevidade de nosso ser humanoide. O avanço de transplantes, cirurgias e pesquisas na biomedicina só foi uma realidade possível através do uso de tecnologias avançadas.

Uma questão é, quais tecnologias realmente agregam valores positivos? Bom, resumidamente todas as que não servem para a criação bélica.

Todas as que não foram feitas para ameaçar a autonomia humana, pois as tecnologias só existem por conta de um pilar e é direcionada para este.

É feita de mãos humanas para o enriquecer da vida humana, sendo nada mais do que uma ferramenta.

Portanto, não importa a tecnologia, mas quem vai fazer uso dela. É isso que dirá se ela é boa ou ruim.

Para inovar é preciso educar!

A educação é fundamental para o conhecimento completo da inovação. Junto com uma mente criativa é possível desenvolver e gerar a inovação em sua melhor forma.

Bem, como sabemos a educação em solo brasileiro ainda não é exemplar. Com muitas deficiências, nosso sistema educacional é fragilizado e acaba formando pessoas não tão qualificadas e com baixa compreensão dos saberes, pois esses são repassados corretamente.

Já parou para pensar em quantas pessoas não têm acesso ao ensino, ou além, as que têm acesso e não conseguem completar o ensino? Mais da metade de nossa população!

Hoje, a porcentagem de brasileiros com até 25 anos ou mais que não conseguiram terminar o ensino médio completo é maior que 52,6%. O número infelizmente só aumenta a cada ano que passa.

Com o nível educacional brasileiro em queda e os valores governamentais com relação ao desenvolvimento da educação no país mais baixos ainda, já imaginou nem chegar a completar esse fraco ensino? É uma obscuridade que assombra grande parte de nossa população.

Logo, para podermos encontrarmos um viés benéfico na educação que irá agregar maiores recursos e possibilidades para sociedade inovar, precisamos centrar a educação e redirecionar o foco dos elementos de estudos que são transmitidos aos jovens que farão parte do futuro da nação.

A educação tem que encontrar esse caminho de ser eficiente, encontrar um público disposto a aprender através de um canal que faça sentido. Hoje temos aplicativos e plataformas de aprendizado em conjunto que hoje é a melhor forma de aprender, compartilhando.  Felipe Gondin – CEO na Disruptive Academy.

Além das dificuldades educacionais, a inovação enfrenta algumas outras

Em um ambiente onde a inovação é uma ferramenta, um recurso e uma ação, existem dificuldades e até mesmo barreiras que surgem ao longo da trajetória de uma empresa ou de um empreendedor.

Com base nisso, vemos o quanto as empresas tradicionais sofrem ao praticar a inovação, e o motivo principal você sabe? A cultura!

Nelas vemos uma cultura voltada a um tradicionalismo que não abre espaço para inovação. Também é comum vermos nessa cultura algo que vem a ser um grande inimigo da inovação, a aceitabilidade do erro.

Errar é encontrar diferentes formas de não fazer aquela ação 

Algumas atividades acabam a tornar-se essenciais para um profissional inovar

Motivar a inovação internamente é possível sim, pois nem todos nascem com o perfil inovador em suas veias. É preciso criar o hábito para que a inovação tenha êxito.

Um dos agentes que provocam a inovação e estimulam seu desenvolvimento é algo muito natural e que todos nós já temos, um mais outros menos, que é a curiosidade. É um agente construtivo da inovação em massa.

Qualquer empreendedor ou pessoa que quer entrar no mercado, saiba que precisa ser perseverante! Se ele tem uma ideia e a ideia já tem um peso e valor no mercado e ele já validou e não deu certo, terá que mudar a fórmula, mas não deixar de mudar e de fazer. Lucas Nieto – CEO na Reservat

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