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Empresas tradicionais estão investindo pesado em startups

Empresas tradicionais estão investindo pesado em startups

As startups são o futuro, e o futuro é completamente direcionado às práticas inovadoras

As novas queridinhas do mercado mundial vão conquistando seu espaço e predominando em setores que antes eram completamente dominados por empresas tradicionais.

Uma startup pode se diferenciar em inúmeros pontos das corporações tradicionais, na sua metodologia, em seu desempenho e no uso de grandes tecnologias.

Mesmo há tempos no mercado, a cada dia nascem, crescem e encantam empreendedores, o próprio mercado e grandes empresas.

Quem não consegue se adaptar ao seu modelo de negócio, acaba  comprando ou investindo em uma startup.

Inicialmente nascidas na tecnologia, hoje as encontramos em diferentes ambientes, na saúde, economia, biologia, financeiro, mas elas sempre estarão auxiliadas pelo uso de grandes tecnologias.

Em sua cultura as startups trazem flexibilidade, convicções de hábitos e uma realidade totalmente diferenciada dos corredores de organizações e empresas tradicionais.

Por conta dessas diferenças, muitas empresas tradicionais se viram impulsionadas pela disrupção de mercado que as startups vêm causando que vem atraindo o olhar dos investidores.

Motivo? Não apenas o alto desenvolvimento tecnológico e impacto de mercado que as startups estão causando, mas também por conseguirem conquistar muito com tão pouco recurso e visibilidade de mercado.

Startups atingem o status de unicórnios sem ter a metade de investimentos de uma corporação tradicional, chegando ao preço de mercado de mais de US$ 1 bilhão, algumas atingindo esse patamar em menos de dois anos.

 Startups são pequenos exércitos com os melhores armamentos.
André Suzano

Magazine Luiza está investindo pesado em startups 

A Magalu já é uma gigante em território brasileiro e agora está deslanchando o ecossistema das startups.

Só em 2020 foram mais de cinco aquisições desse modelo de negócio agregado ao Luizalabs, hub voltado à inovação varejista. Dentre as startups estão: Hubsales, Inloco, Portal Canaltech, Stoq e Livreira Estante Virtual.

Esse ano, a Magalu foi além, seu interesse é voltado a diferentes setores que a startups atendem, e agora resolveu investir em duas startups do segmento de alimentação.

Ao adquirir a compra da ToNoLucro e GrandCheg, a Magalu se firma como uma das maiores plataformas de entrega e itens alimentícios do Brasil.

Mas não foi à toa! O investimento em startups desse segmento foi motivado pela alta crescente do delivery nesses tempos de pandemia, que colocou o Brasil como um dos responsáveis por quase a metade das soluções de delivery da América latina, cerca de 48,77% das entregas.

O segmento é promissor e para esse ano o giro econômico mundial deve alcançar a marca de US$ 6 trilhões.

A diversidade das startups impressiona e apaixona empreendedores que querem levar para dentro de suas corporações inovação e diferenciação das práticas tradicionais que existentes há anos.

Outro investimento diverso que não tem nada a ver com o segmento varejista da Magalu, foi a compra da JovemNerd, empresa de conteúdo que mantém seu foco na cultura pop e tem em seu canal no YouTube mais de 5,5 milhões de inscritos.

A intenção da varejista é ampliar as conexões com seus clientes e o mercado.

A inovação é a maior arma das startups e empresas do futuro 

É preciso um exercício constante sobre o que é realmente inovar, pois diferente do que a maioria tem em mente, a inovação não é apenas a criação de ideias e produtos extraordinários.

Inovar está nos pequenos detalhes também, em desenvolver em pequeno ou grande porte as soluções para o seu cliente.

INOVAÇÃO: Inventar e simplificar para permitir pensar em grande escala.
Jeff Bezos

A inovação precisa estar no DNA da empresa, e quando falamos no DNA, é em todos que fazem parte do time organizacional. Não adianta apenas implementar uma sala colorida, descontraída e achar que a empresa está inovando. Cabe ao líder fazer esta transformação.

A liderança deve trazer a todos da empresa cursos, palestras e motivar a inovação em seus corredores, conectando todos do time em prol da concepção inovadora que o mercado exige.

E se a transformação não consegue vir só de dentro da empresa, trazer de fora com as startups é uma alternativa que vem dando certo.

Atualmente grandes pensadores aplicam o termo “Inove ou morra”, pois sabem que o futuro está sendo traçado hoje e seu ponto inicial é, e sempre será a inovação.

Em breve, quem não inovar será uma empresa arcaica. Acompanhe este movimento, segundo dados do relatório Inside Venture Capital, da Distrito, investimentos em startups brasileiras já somam US$ 2,3 bilhões em 2021.

Está idealizando sua startup ou quer acelerar seu crescimento, entre em contato com a aceleradora Condor Connect através do e-mail oi@condorconnect.com.br. Aqui seus projetos e ideias são avaliados por especialistas de mercado, e você pode fazer parte do programa de mentoria para sua startup. Não perca a chance de fazer acontecer!

 

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