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A tecnologia das startups para o lazer

A tecnologia das startups para o lazer

Elas surgiram para impulsionar nossas vidas, proporcionando a nós recursos tanto para o trabalho quanto para o bem estar em nossa sociedade. O lazer nas startups surge como ferramenta indispensável.

Nem sempre as empresas estarão envolvidas com grandes tecnologias, muitas sobrevivem com o pouco, ou menos ainda. Mas é preciso ter a consciência que as tecnologias tornam a empresa  mais preparada e eficiente para desempenhar os processos internos que ocorrem no cotidiano de uma corporação.

Nas startups a leveza que é transmitida deve partir da liderança dessa empresa, repassando a seus profissionais as práticas que fornecem a todos um ambiente enriquecedor e prazeroso. Com isso a dinâmica de trabalho permite que todos possam desfrutar de lazeres diários, ao mesmo tempo que cumprem os deveres de seu trabalho.

É visível dentro das startups conceitos como flexibilidade, mobilidade e uma cultura extremamente diferente dos padrões tradicionais que a maioria das empresas está acostumada.

Por exemplo, as normas e diretrizes colocam nas empresas tradicionais uma importância significativa para uniformes e padronização. Numa startup esta importância é muito menor da que se tem para ideias e projetos que venham agregar valores para dentro da própria organização.

Toda essa cultura e estímulos oferecidos para colaboradores gera um alto nível de satisfação desses profissionais. Muito maior do que quando estavam empregados na maioria das empresas tradicionais.

Também se torna atrativo, prazeroso e de completo hedonismo trabalhar em uma startup por conta de sua flexibilidade, possibilitando que seus funcionários trabalhem de qualquer lugar, podendo estar na praia, no campo ou até mesmo em casa.

Nesse universo das startups, se dá muito mais valor ao desempenho do que as normas tradicionais.

Estamos em um momento delicado e, graças à startups como essas, presenciamos grandes soluções diante da crise do covid-19

E para isso vamos apresentar a startup Smart Tour Brasil. A CEO e Founder Jucelha Carvalho também foi impactada pela pandemia, mas sobreviveu e se reinventou em um momento de extrema incerteza para um setor totalmente dependente de atividades presenciais e em grupos: o turismo.

Nesse tempo de crises em segmentos tão importantes para a sociedade, nosso sistema de saúde foi impactado, nossa economia abalada e fomos privados de nossa liberdade de ir e vir. Diante desse contexto epidemiológico ainda sem fim, Jucelha tomou como base referências de mercado e adaptou-as, criando uma nova ferramenta.

Com esse insight da pandemia perceberam que a sociedade precisaria de uma ferramenta que auxiliasse no retorno de todas essas atividades. Foi então que, com base nas ações que países europeus estavam tomando e observando os impactos e as respostas que governos estrangeiros estão ditando, buscou uma solução focada no covid.

Mas como toda startup em seu início, passou pela dificuldade que todas passam em seu começo de trajetória ou ao dar vida a uma ideia inovadora: qual dor vamos solucionar?

E para o covid-19, o maior problema é a disseminação do vírus.

Logo, foi buscar ideias onde começou toda pandemia, na China. O primeiro pensamento foi constituir um aplicativo para rastrear a contaminação do vírus, mas que imediatamente não ganhou forças por conta de um alerta de sua CEO. Jucelha identificou que um aplicativo não tem tanto engajamento com as pessoas, seria um número muito maior de infectados do que pessoas conectadas ao aplicativo.

Então foi desenvolvida a solução via QR code, algo de extrema facilidade que comporta uma inteligência só com a leitura da câmera do celular. As pessoas podem fazer o check in no transporte público, estabelecimentos ou em eventos e assim a empresa consegue transmitir aos órgãos públicos todas as informações necessárias para conter as aglomerações.

Foi algo de extrema relevância não apenas para o turismo, mas para todos os setores, pois todos os setores de Florianópolis só voltaram a funcionar com o rastreamento de contatos.  Jucelha Carvalho – CEO e Founder na Smart Tour Brasil.

 

O consultor de Inovação Gabriel Saud afirma que as empresas tradicionais estão sendo contaminadas pela cultura inovadora das startups

Hoje estamos acompanhando um movimento promissor rumo a uma massificação de inovar em todas as empresas. As mais tradicionais estão abrindo portas, criando setores e até indo atrás de startups para implementar a inovação em sua melhor forma.

Consequentemente, as inovações transmitidas pelas startups transformam também o ecossistema da empresa, disponibiliza a ela um rio de ideias que estão apenas à espera de uma simples validação para começar a atuar gerando impacto na vida das pessoas.

Na atual realidade do mercado financeiro, as empresa tradicionais se rendem a inovação das startups e precisam dessas ideias. Obviamente esse disparo de tantas ideias virá acompanhado de inúmeros erros para os ajustes necessários, que para fazerem a ideia vingar, será necessário muito trabalho.

Esse também será um grande diferencial entre a cultura que observamos em um corporação tradicional, pois dentro dessas culturas o erro é algo ainda inaceitável, enquanto que nas startups eles despertam verdadeiras lições.

Uma postura é pensar como uma organização em busca de aprendizado que possui abertura aos erros e entende que faz parte. E a outra é pensar que tem compromissos, já tem sucesso estabelecido e não pode errar.  Diz: Gabriel Saud – Consultor em Inovação e Empreendedorismo.

Está idealizando sua startup ou quer acelerar seu crescimento, entre em contato com a aceleradora Condor Connect através do e-mail oi@condorconnect.com.br. Aqui seus projetos e ideias são avaliados por especialistas de mercado, e você pode fazer parte do programa de mentoria para sua startup. Não perca a chance de fazer acontecer!

 

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