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Startups e Design thinking!

Startups e Design thinking!

As startups são cheias de tecnologia, criatividade, inovação e um ambiente empreendedor. A multidisciplinaridade, liderança, foco e divisão de tarefas é a marca de muitas delas. Com base nisso, muitas delas migram para consultorias em diferentes áreas, pois seus clientes começam a exigir cada vez mais e o nível de estresse também aumenta. A incerteza presente em qualquer negócio, parece se acentuar ainda mais quando falamos em startups pois elas surgem em sua grande maioria, com o objetivo de escalabilidade. Isso se mostra mais evidente quando ela pretende ser inovadora e aceita pelo mercado de forma rápida.

 

E o que é Design Thinking?

De acordo com os principais especialistas do tema, os pilares do design thinking são: a empatia, a colaboração e a experimentação. Uma empresa precisa vender e agregar valor aos seus clientes e consumidores, o que envolve um processo crítico e analítico. Em se tratando do design thinking, Cooper; Junginger; Lockwood, (2009, p. 48) consideram que “o pensamento de design aplicado à estratégia de negócios e transformação de negócios envolve a visualização de conceitos e a entrega efetiva de novos produtos e serviços”. Isso significa que o pensar o design é muito mais do que aquilo que lhe conferem os consumidores ou os fabricantes. Um dos grandes desafios dos profissionais é que o dilema de pensar separado do fazer ou saber fazer possa gerar engessamento do processo criativo e inovador. O design thinking é visto como uma ferramenta de solução de problemas de maneira corporativa, enquanto o design management, é um processo dinâmico, estratégico e vital para a melhoria dos processos internos e a performance.

 Logo, startup e design thinking estão conectadas porque pensam nos clientes do início ao fim dos processos. Inovar requer quebrar barreiras, superar os pensamentos tradicionais e lidar com o diferente e inusitado. Uma startup precisa interpretar as necessidades dos seus clientes, saber dar respostas rápidas e efetivas e, principalmente, fazer com que os produtos oferecidos sejam de utilidade para seus clientes e consumidores indistintamente.  Fica a reflexão!

 

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Renato Da Costa
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Graduado, Pós-graduado, Mestre e Doutor em Administração. Professor Universitário há 16 anos, escritor, palestrante e sócio do GEA (Gestores Empresariais Associados Ltda). Trabalhou no CD da Amazon.com em Carlisle na Pensilvânia nos EUA em 2008.

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